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domingo, 21 de maio de 2017

Família Bellé

    Tu conheces as Bellézinhas?! Já imaginou tomar um suco natural e livre de conservantes de uvaia, guabirova ou butiá, em casa e direto da garrafa? Pois ééééé! Do campo à mesa, é disso que estamos falando! A Família Bellé reside em Antônio Prado, onde possui uma propriedade com produção familiar agroecológica, livre da utilização de biocidas (agroquímicos que prejudicam a saúde e meio ambiente). 
      A mais de 15 anos a agroindústria Bellé vem produzindo produtos limpos, livre de agrotóxicos e sem conservantes, para que as pessoas tenham uma vida melhor e mais saudável. Fazem parte da cooperativa AECIA de Agricultores Ecologistas de Antônio Prado e Ipê, uma das primeiras cooperativas a possuir estes produtos diferenciados da região, que também procura levar alimentos mais saudáveis a mesa do consumidor. 
       O objetivo da Agroindústria Bellé e da AECIA é ser também um apoio as famílias que produzem ecologicamente na região, utilizando os excedentes na elaboração de produtos. Tendo presente a necessidade da manutenção e resgate das biodiversidades locais e colaborando na organização do ecossistema, incentivando o plantio e cultivo de frutas nativas.
     A ideia de produzir sucos de frutíferas nativas mostra a sociedade a importância da conservação da biodiversidade local e a necessidade de protegê-la para garantir a sustentabilidade do ecossistema e a vida do planeta. A Família Bellé faz a sua parte, vamos fazer a nossa também! Gratidão pelo seu trabalho! 








Mais informações sobre a família e seus produtos livres de biocidas em: http://familiabelle.blogspot.com.br/

Vilmar Menegat, o nosso Guardião!


     Tu sabias que possuímos um "GUARDIÃO DE SEMENTES" na região da serra gaúcha? Não?! Sabes o que é isso? Então vamos te contar um pouquinho da história do seu Vilmar Menegat, um dos nossos palestrantes confirmados na Semana do Alimento Orgânico e do Meio Ambiente UCS. Ele e sua família residem na Vila Segredo, interior do Município de Ipê e possuem uma pequena propriedade onde utilizam o manejo agroflorestal e orgânico de produção.    
      Com o incentivo de amigos e do Centro Ecológico Ipê, a família guarda/possui hoje mais de 80 espécies de sementes das mais variadas plantas: milhos, pipocas, ervilhas, lentilhas, feijões, amaranthus, linhaças, trigos... Fora a produção de porcos, ovelhas, ovos, queijos, salames, banha rica em ômega 3 (Siimm! Ômega 3!) Pois ele alimenta os porcos com linhaça dourada e a substância presente nesta semente se acumula na gordura dos porcos, que ainda são de raças antigas, quase selvagens! Perfeito né?). Interessados em saber mais detalhes? Agende-se e participe do nosso evento!
     O Vilmar estará lá e será uma ótima oportunidade para conhecer essa pessoa maravilhosa e cheia de conhecimentos! Enfim, deixaremos ele mesmo contar esta história de vida em seu relato. Segue abaixo um pouquinho do que falamos:








Linda semana para todos! 

terça-feira, 9 de maio de 2017

Semana do Meio Ambiente e do Alimento Orgânico


            Acontecerá na Universidade de Caxias do Sul - Campus Sede nos dias 01/06 á 07/06 a realização da Semana do Meio Ambiente e Semana do Alimento Orgânico. Serão oferecidos gratuitamente cursos e palestras para alunos e comunidade em geral, que abrangerão temas como Educação Ambiental, Agroindústria Familiar no Processamento de Frutas Nativas, Sistema Agroflorestal e Manejo da Goiabeira Serrana, Apicultura e Meliponicultura Gaúcha, Gestão de Resíduos Sólidos, Manejo e Criação de Aves no Sistema Orgânico, Produção de Cogumelos, Unidades de Conservação na FLONA, Produção e Conservação de Sementes Crioulas, Arborização Urbana, Utilização de Enzimas no Tratamento de Efluentes da Indústria Têxtil, Impactos das queimadas nos campos nativos para as aves, Agroecologia e muito mais! 
        O curso de Boas Práticas Ambientais será realizado no Museu da Universidade (MUCS) e as palestras no Auditório do Bloco 57 (Bloco da Biologia) na Cidade Universitária. Além de palestrantes vindos da UFPEL, SEMMA e FARGS - POA, contamos com a presença dos principais atores da produção local: os Agricultores. Estes, nos apresentarão as suas experiências no manejo e produção orgânica, bem como as dificuldades enfrentadas na produção local. A ideia parte de, além da divulgação e promoção dos temas que são muito relevantes, também busca estreitar os laços entre meio acadêmico, comunidade e produtores rurais, incentivando o consumo local e gerando maiores movimentações da economia regional. 
               Agende-se e venha participar conosco! Lembrando que todas as quintas-feiras, das 12h as 18h, temos a Feira Orgânica UCS junto ao estacionamento da casa amarela ao lado do UCS Teatro, o que será uma ótima oportunidade também para aprender sobre alimentação saudável diretamente com quem produz! 
               
Maiores informações e programação em breve! Linda semana a todos! 


Apoio e realização :
Universidade de Caxias do Sul
Família Bellé
Família Menegat
Centro Ecológico Ipê
UFPEL
SEMMA - Caxias do Sul 
FARGS - Porto Alegre
Diretório Acadêmico Biota - Biologia UCS
Diretório Acadêmico Jaime Lovatel - Agronomia UCS
Liga Acadêmica de Agroecologia - LAA UCS
Núcleo de Inovação e Desenvolvimento em Agricultura Sustentável - NIDAS


segunda-feira, 10 de abril de 2017

Núcleo de Inovação e Desenvolvimento em Agricultura Sustentável da Universidade de Caxias do Sul – NIDAS, participam da 1º Reunião Técnica Sobre Goiabeira Serrana na EPAGRI em São Joaquim - SC

           "A saga da goiabeira serrana (Acca sellowiana)"

    Aproveitando a “deixa” do Professor e Doutor Rubens Nodari, pesquisador e melhorista da Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC, durante a sua palestra no 1º Reunião Técnica Sobre Goiabeira Serrana, realizada no dia 05/04, evento da EPAGRI São Joaquim - SC e parceiros, continuamos a discutir sobre a saga da goiaba serrana (Acca sellowiana), também conhecida como feijoa ou goiabeira-serrana. Planta nativa da região das Serras, Gaúcha e Catarinense, praticamente um patrimônio frutífero, que merece nossa atenção, não só pelos compostos bioativos de grande interesse farmacêutico, mas também pela conservação do seu habitat natural: o Bioma Mata Atlântica.  
      Pertencente à família botânica das Myrtaceae (mirtáceas), parente próxima das pitangueiras, jabuticabeiras, guaviroveiras, os seus frutos, flores e folhas são usados pelos agricultores e indígenas a longa data, seja para consumo in natura, quanto em chás para gripe, constipação do intestino, geleias, saladas e sucos. Rica em antioxidantes e Vitamina C, têm despertado grande interesse pelo seu potencial de cura à indústria farmacêutica não só brasileira, mas do Uruguai, Colômbia, EUA e Nova Zelândia, onde pesquisas vem sendo realizadas, como avaliação dos compostos e melhoramento genético da espécie, ainda considerada rústica.

      Natural de solos basálticos, com baixa fertilidade e ácidos (pH próximo a 4,5), necessita de maior investigação com relação ao seu cultivo comercial, tanto quanto a fertilidade quanto ao manejo de pragas. A UFSC juntamente com a Epagri São Joaquim,e ONG como o Centro Ecológico, vem desenvolvendo já a 20 anos, ações que abrangem este tema. Foi disso que tratou a 1ª Reunião Técnica Sobre Goiabeira Serrana, contando com a presença de pesquisadores, professores, alunos e agricultores. O primeiro país a comercializar a fruta foi os EUA na década de 80, na Califórnia, numa área de aproximadamente 1000 ha, hoje já reduzidas. No mercado atual, a Colômbia lidera o ranking de comercialização e cultivo com mais de 600ha, seguida da Nova Zelândia com 500ha e Uruguai com 10ha. Na Nova Zelândia e Colômbia aproximadamente 95 % das pessoas conhecem esta espécia e já saborearam seus frutos e, aqui no Brasil a maior parte da população desconhece esta espécie nativa.
       A dúvida é: Se a planta é nativa do Brasil, cadê o mercado brasileiro neste ranking??? Pois é.... “santo de casa não faz milagre”, já diziam as avós. Há muito interesse e grandes oportunidades sendo desperdiçadas. Enquanto nos preocupamos com o "grande mercado" de monoculturas, alguém está levando a nossa flora negligenciada e desenvolvendo projetos novos distando do Brasil.
     Porém, nem tudo está perdido! Temos como referência brasileira na pesquisa; a mais de 20 anos, a UFSC, Epagri e outras instituições, que trabalham com o Melhoramento Genético Participativo da Goiabeira Serrana - Uma parceria que dá frutos, onde em 2011 lançaram a cartilha com o tema, tendo como principais parceiros agricultores de Santa Catarina nos municípios de Lages, Urubici, São Joaquim e Rio Grande do Sul, em Ipê, Antônio Prado e Monte Alegre dos Campos, considerados como centros de diversidade genética da espécie. Na nova fase do projeto serão envolvidos mais parceiros, como a UCS - Universidade de Caxias do Sul, através do Núcleo de Inovação e Desenvolvimento em Agricultura Sustentável de Caxias do Sul com apoio de alunos dos cursos de Biologia e Agronomia, sob coordenação da Professora Doutora Valdirene Camatti Sartori.

        Mais informações, fique ligado no Blog!

Linda semana à todos!





Parceria que dá frutos - EPAGRI SC

Variedades da espécie apresentadas pela EPAGRI São Joaquim SC


Produtor caxiense Fabiam Daneluz e Professora Valdirene Sartori
em meio as variedades na Estação Experimental EPAGRI

Degustação de frutas






Manejo de mudas na UCS - Universidade de Caxias do Sul, pelos alunos de Biologia e Agronomia 

Experimento em teste - UCS






segunda-feira, 6 de março de 2017

Pós-Graduação em Agroecologia

       
      Será promovido neste ano pelo NIDA - Núcleo de Desenvolvimento Sustentável em Agroecologia, da Universidade de Caxias do Sul, o Curso de Especialização em Gestão de Agroecossistemas Sustentáveis com enfoque em Agroecologia. Sob coordenação da Professora Doutora Valdirene Camatti Sartori, tendo por objetivo capacitar profissionais para a implementação de tecnologias sustentáveis a fim de ampliar áreas com manejo Agroecológico na região da Serra Gaúcha.
       As aulas se iniciam em Abril de 2017 e irão até dezembro de 2018, tendo carga horária de 360 horas mais TCC - Trabalho de Conclusão de Curso. Serão quinzenais, sendo realizadas as sextas-feiras das 18h às 22:30h e sábados das 8h as 12:30. As disciplinas serão divididas em III Módulos:
                   Módulo I: Agroecossistema;
                   Módulo II: Produção Agroecológica;
                   Módulo III: Agricultura Familiar e suas Interfaces.

      Para se inscrever entre na página da UCS - Universidade de Caxias do Sul - Especializações e MBAs - Saúde -  Gestão em Agroecossistemas Sustentáveis: Agroecologia. Demais informações, corpo doscente e valores com até 30% de desconto para pagamentos à vista descritos na página.
         
                               Dúvidas: vcsartor@ucs.br
                                             (54) 3218-2100
                                                  Ramal: 2663



segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Agroecologia e Manejo do Solo

        Atualmente, existem 3 formas principais de manejar o solo agrícola: o manejo convencional (químico), o orgânico por substituição de insumos e o agroecológico, que inclui a Agricultura Biodinâmica, Natural e Agroflorestal.

        1 - No sistema de manejo convencional, o solo é considerado somente um suporte físico para as plantas. Esse sistema foi disseminado em todos os continentes e se baseia no emprego de pacotes químicos destinados a nutrir as plantas cultivadas. A verdade, porém, é que são manejos que matam os solos, ao utilizarem as seguintes práticas:
- calagem corretiva, que provoca a rápida decomposição da matéria orgânica no solo;
- aração profunda, que areja o solo favorecendo o desenvolvimento dos organismos que decompõem a matéria orgânica. Após 4 horas da aração, uma grossa nuvem de gás carbônico paira sobre o solo;
- adubação nitrogenada, que fornece grande quantidade de nitrogênio ao solo também acelerando a decomposição acelerada da matéria orgânica. Mudam-se as proporções entre os elementos que compõem a planta, que fica desequilibrada; 
- uso de agrotóxicos (biocidas!), como em geral as adubações químicas fornecem apenas 5 dos 45 nutrientes que as plantas necessitam, elas ficam desnutridas, tornando-se suscetíveis ao ataque de insetos e microrganismos, especialmente fungos mas também bactérias e vírus. O ataque desses microrganismos sobre as plantas cultivadas é uma estratégia da natureza para eliminar espécies doentes e suscetíveis.
- herbicidas (glifosato), são utilizados para manter os solos limpos de plantas nativas, as quais são excelentes indicadoras ecológicas, pois evidenciam deficiências minerais e condições físicas adversas nos solos somo compactação, ausência de arejamento, etc.
       Assim, com a redução dos teores de matéria orgânica do solo gerados por essas práticas, a maior parte da vida microbiana não sobrevive, pois fica sem alimento. E sem a ação da matéria orgânica e dos microrganismos, o solo desagrega, compacta e endurece, favorecendo a lixiviação.

2 - Na agricultura orgânica por substituição de insumos, sua base é o uso intensivo de compostos e estercos que nem sempre têm procedência em sistemas orgânicos de produção. Além disso, sua produção é, em geral, baixa fazendo com que dependa de mercados que remunerem os produtos com um preço acrescido para que seja viável economicamente. Por essa razão, trata-se de uma produção com valores elevados e, sendo assim, se tornando não acessível a todos. Esse tipo de produção costuma apresentar as seguintes limitações e equívocos:
- continua trabalhando com solos mortos, embora aplique grandes dosagens de compostos orgânicos e estercos com base na crença de que esses materiais sempre melhoram o solo e nutrem as plantas (apenas 3% dos nutrientes que as plantas necessitam, são retirados do solo!); 
- trabalha com arações profundas, revirando o solo até uma profundidade de 45 cm. Dessa forma, traz para a superfície as camadas mortas do solo que se desagregam facilmente sob o impacto da água das chuvas ou da irrigação;
- o material orgânico é enterrado com a suposição de que as raízes se desenvolvem em sua direção em busca de nutrientes. Erro! Primeiro porque a função do composto e estercos não é a de nutrir as plantas diretamente, mas sim nutrir os microrganismos do solo. Esses organismos irão mobilizar os nutrientes minerais para deixá-los disponíveis para as plantas. Segundo, porque esses minerais deverão ser completamente decompostos pelos organismos do solo até se converterem em água, minerais e gás carbônico. Quando enterrado, os materiais orgânicos são decompostos essencialmente por organismos anaeróbicos produzindo SH2, CH4 e CO2, gases altamente tóxicos para as raízes das plantas;
- mal posicionamento da raiz, se a muda for plantada com sua raiz orientada para baixo, sua tendência será a de se desenvolver bem. Mas se a muda for mal implantada, a raiz pode se desenvolver lateralmente e não se aprofundar no solo. Isso acontece quando a raiz é muito comprida.

       3 - O Manejo Ecológico, seja ele através da Biodinâmica, Natural ou Sintropia, tenta manejar os recursos naturais respeitando a teia da vida. Sempre que os manejos agrícolas são realizados conforme as características locais do ambiente, alterando-as o mínimo possível, o potencial natural dos solos é aproveitado. Por essa razão, a agroecologia depende muito da sabedoria de cada agricultor desenvolvida a partir de suas experiências e observações locais. O manejo agroecológico dos solos se baseia em 5 pontos fundamentais:
- solos vivos e agregados;
- biodiversidade;
- proteção do solo contra o aquecimento excessivo, o impacto da chuva e o vento permanente;
- bom desenvolvimento das raízes;
- autoconfiança do agricultor. 
       Na agroecologia, o agricultor deixa de perguntar "o que faço" e passa a questionar "por que ocorre?" Ao invés de receber receitas técnicas prontas, passa a observar, pensar, experimentar. Com o tempo, ele começa a produzir melhor que a agricultura convencional e ganha autoconfiança. E é assim que ele se dá conta de que é o PRODUTOR de alimentos junto com a natureza que o Universo criou, que respeita as leis eternas e que acredita em si mesmo. 
     Baseados nestes princípios, foi criado o Primeiro Grupo de Agroecologia da Universidade de Caxias do Sul - GA UCS, visando a integração dos alunos novamente com a natureza, resgatando a memória biocultural e a multidisciplinaridade. Onde a teoria que se recebe nas aulas possa ser aplicada nas propriedades, levando os estudantes a conhecer as práticas de produção agroecológica da Serra Gaúcha. Entre os alunos de agronomia, biologia e engenharia de alimentos, contamos com o apoio de produtores locais e alguns professores da Instituição. Já estão sendo promovidos eventos pelo grupo, como o Primeiro Encontro de Agroecologia com oficinas e workshops, realizado no final ano de 2016. Também, as práticas ganham espaço na Universidade com a "Horta Pancs" e o Viveiro de Mudas Nativas, onde pesquisas estão sendo realizadas com a goiabeira-serrana (Acca selowiana) para aumentar a resistência da espécie quanto o ataque de pragas. Projetos desenvolvidos junto ao INBI - Instituto de Biotecnologia da UCS, Laboratório de Controle de Doenças em Plantas e Agricultura Orgânica, sob coordenação da Professora Doutora Valdirene Camatti Sartori. Mais informações, eventos e afins, fique de olho no blog! 


*o texto foi baseado no livro "Manejo Ecológico dos Solos" de Ana Primavesi. Ótima sugestão de leitura!


Linda semana à todos! 


















sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Cartilha Tecnologias Alternativas para o Fortalecimento da Agricultura Familiar na Serra Gaúcha

          

                 No dia 02 de agosto de 2016, junto ao IV Encontro Caxiense de Agricultura Orgânica e Desenvolvimento Sustentável, foi lançado a Cartilha "Tecnologias Alternativas para o Fortalecimento da Agricultura Familiar na Serra Gaúcha". Esta publicação contém parte dos resultados da chamada MCTI/MAPA/MDA/MEC/CNPq Nº 81/2013, que apoiou projetos quanto a implementação/manutenção de Núcleos de Estudos em Agroecologia e Produção Orgânica (NEAs). A chamada teve como principais beneficiários agricultores familiares e/ou agricultores e produtores em transição agroecológica ou envolvidos com a produção orgânica, ou ainda de base agroecológica de distintas regiões do País. Trabalho organizado pela Bióloga, Doutora em Processos Biotecnológicos e docente do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade de Caxias do Sul (UCS) Valdirene Camatti Sartori e pelo Tecnólogo em Viticultura e Enologia, Coordenador do Centro Ecológico Serra Leandro Venturin. Os dados são resultados de um esforço multidisciplinar entre professores, pesquisadores, extensionistas ATER, agricultores e alunos dos cursos de Agronomia e Ciências Biológicas da Universidade de Caxias do Sul. 
              As ações foram desenvolvidas no período de 2014/2015 envolvendo: manejo orgânico, produção e adoção de técnicas ecológicas em áreas denominadas "Unidades Experimentais Participativas (UEPs)", na Bacia de Captação Faxinal - Caxias do Sul, RS. As metas deste projeto visam a disseminação de técnicas e tecnologias que possibilitam a redução de adubos e agrotóxicos sintéticos, bem como incentivar as práticas consolidadas de manejo agroecológico.

    Edições impressas disponíveis na Universidade de Caxias do Sul, junto ao IB - Instituto de Biotecnologia, bloco 37/38 sala 19 e edição em PDF perante solicitação nos comentários abaixo contendo endereço de email.


Semear, produzir, alimentar!

NAMASTÊ